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Operação mira grupo suspeito de fraudar empréstimos da Caixa e causar prejuízo de R$ 17 milhões em Goiás

  • Foto do escritor: OCANEDO OFICIAL
    OCANEDO OFICIAL
  • 9 de mai. de 2025
  • 2 min de leitura


A Polícia Federal investiga um grupo suspeito de causar um prejuízo de cerca de R$ 17 milhões à Caixa Econômica Federal. A Operação Insider Key cumpriu 12 mandados de busca e apreensão, sendo 11 na cidade de Goiânia e 1 em Corumbaíba.


"Esses clientes eram vítimas e acreditavam que estavam fazendo essa portabilidade com condições mais favoráveis. Ao todo, foram 143 vítimas, sendo servidores públicos de Goiás ativos, inativos, aposentados e pensionistas", disse o delegado André Monteiro.


A Caixa informou que atua conjuntamente com os órgãos de segurança pública nas investigações e operações que combatem fraudes e golpes. O banco disse ainda que aperfeiçoa, continuamente, os critérios de segurança em movimentações financeiras, acompanhando as melhores práticas de mercado e as evoluções necessárias ao observar a maneira de operar de fraudadores e golpistas.


Conforme a Caixa, há um monitoramento ininterrupto de seus produtos, serviços e transações bancárias para identificar e investigar casos suspeitos. A instituição também esclarece que possui estratégias, políticas e procedimentos de segurança para a proteção dos dados e operações de seus clientes e dispõe de tecnologias e equipes especializadas para garantir segurança aos processos e canais de atendimento.


A operação aconteceu na manhã desta quarta-feira (7). A operação visa desarticular a organização que é especializada em fraudes contra a Caixa Econômica Federal, por meio da desaverbação indevida de empréstimos consignados e também da prática do “Golpe da Falsa Portabilidade”.


Segundo a PF, durante o cumprimento das ordens judiciais, os policiais federais apreenderam 12 armas de fogo, sendo fuzil, carabina, pistola, revólver, e outras, registradas em nome de um dos líderes do grupo criminoso que atuava também no ramo de soluções financeiras por meio de empresa de fachada.


Além das buscas, a Justiça Federal determinou o sequestro de bens dos investigados, incluindo imóveis, veículos e valores em contas bancárias, com o objetivo de recompor os danos causados aos cofres públicos e interromper o ciclo de lavagem de capitais identificado na investigação.


Durante a investigação foram identificadas movimentações financeiras incompatíveis com os rendimentos declarados pelos investigados à Receita Federal, como a aquisição de imóveis em nome de terceiros e o uso de contas de passagem e empresas de fachada para ocultação patrimonial.


Os investigados podem responder pelos crimes de peculato eletrônico, corrupção passiva, corrupção ativa, gestão fraudulenta, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

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